Guia aberto
Técnicas de psicoterapia
Cada página explica uma técnica usada na prática clínica: o que é, para que serve, quando usar, como aplicar e qual a base teórica. O texto é aberto. A versão interativa de cada técnica fica dentro da plataforma.
Técnicas Cognitivas
Árvore da preocupaçãoO algoritmo que decide se a preocupação vira ação, agenda ou adiamento.
Pizza da responsabilidadeDistribuir a culpa entre todos os fatores antes de olhar a fatia que sobra.
Cartões de enfrentamentoRespostas preparadas fora da crise, para usar dentro dela.
Período de preocupaçãoConcentrar a preocupação num horário definido, em vez de deixá-la ocupar o dia.
Distorções cognitivasAs distorções mais usadas na clínica, com exemplo e resposta para cada uma.
Reestruturação cognitivaO exame do pensamento passo a passo, do registro à alternativa equilibrada.
Desfusão cognitivaExercícios para ver o pensamento como pensamento, sem discutir seu conteúdo.
Avaliação Clínica e Conceitualização de Caso
Esquemas e modosOs 18 esquemas, as necessidades frustradas e os modos, com o rótulo de evidência de cada técnica.
Modelo de manutençãoO medo central no miolo e, nas pétalas, o que o alimenta.
Análise em redeA formulação como rede de processos, com o EEMM e setas que dizem quem alimenta quem.
Checklist de problemasOito áreas da vida, grau de interferência e um problema-alvo com objetivo observável.
Termômetro do estresseUma medida simples e visual para acompanhar o nível de estresse entre sessões.
Linha do tempo da vidaPicos, quedas e viradas da história desenhados numa linha só.
Estilos parentaisResponsividade, exigência e controle psicológico, sem virar acusação.
Habilidades interpessoaisForças e fragilidades nas relações, e os padrões que se repetem nos vínculos.
Decisão clínicaUm fluxo para organizar as variáveis quando a escolha não está clara.
Formulação de casoA hipótese de trabalho que liga queixa, história e mecanismos ao plano.
Valores, Motivação e Planejamento Terapêutico
Metas terapêuticasMetas SMART somadas ao Goal Attainment Scaling para medir progresso individual.
Balança decisóriaOs quatro quadrantes que expõem o custo de mudar e o de continuar igual.
Prevenção de recaídaRetrato do bem-estar, sinais precoces e plano para os momentos de risco.
Valores na terapiaSeparar o que importa de verdade do que é cobrança externa.
Réguas da prontidãoImportância, confiança e prontidão medidas de 0 a 10, com as perguntas que evocam mudança.
Psicoeducação
Círculo do controleTrês círculos que separam o que se controla, o que se influencia e o que não cabe a você.
Ciclo da evitaçãoO desenho que mostra por que o alívio de hoje é o problema de amanhã.
Curva da habituaçãoO gráfico que mostra o que acontece se você fica, e o que acontece se foge.
Perfeccionismo clínicoMetas rígidas, checagem, desconto das conquistas e autocrítica, num ciclo só.
LutoA oscilação entre a dor da perda e a reconstrução da vida, sem fases obrigatórias.
Como a terapia funcionaMitos, fases do processo e o papel ativo de quem faz terapia.
Modelo cognitivoSituação, pensamento, emoção e comportamento: o desenho que abre a TCC.
Lapso e recaídaO que fazer depois do tropeço, antes que a vergonha vire abandono.
Mitos sobre medicaçãoDesfazer os mitos que derrubam a adesão, sempre devolvendo a quem prescreve.
Metáforas na terapiaImagens que comunicam o que a explicação técnica não alcança.
Janela de tolerânciaO mapa da hiper e da hipoativação, e o que fazer em cada zona.
Roda das emoçõesO mapa de Plutchik para ampliar o vocabulário emocional na sessão.
Mudança Comportamental e Exposição
Análise em cadeiaElo a elo, do gatilho à consequência, para achar onde intervir.
Experimento comportamentalTransforme a crença em previsão testável e vá a campo verificar.
Exposição interoceptivaProvocar de forma controlada as sensações temidas, para aprender que são seguras.
Comportamentos de segurançaAs muletas que fazem a exposição funcionar na hora e não generalizar depois.
Exposição imagináriaRoteiro em primeira pessoa, tempo presente, com ponto quente e repetições medidas.
Registro de exposiçãoCada exposição vira um experimento com previsão, resultado e aprendizado.
Ativação comportamentalPlanejamento de atividades por prazer e domínio para quebrar o ciclo da inatividade.
Hierarquia de exposiçãoA escada de exposição gradual, do degrau mais fácil ao mais difícil.
Regulação Emocional
MindfulnessAtenção ao presente, com aceitação, como habilidade treinável.
Grounding e respiraçãoRecursos de ancoragem no presente e desaceleração fisiológica.
Aceitação radicalParar de lutar contra o que já aconteceu, sem que isso signifique aprovar.
Escrita expressivaSessões cronometradas de escrita livre e privada sobre o que pesa.
AutocompaixãoPausa autocompassiva, carta compassiva e voz compassiva, com atenção ao backdraft.
Verificação dos fatosChecar se a emoção, na intensidade e na duração, se ajusta aos fatos.
Surf do impulsoObservar o impulso como uma onda que sobe, faz pico e desce sozinha.
Regulação emocionalEscolher a estratégia certa para o momento, em vez de ter uma só.
Habilidades DBTOs quatro módulos: mindfulness, tolerância ao mal-estar, regulação e efetividade interpessoal.
Estratégias de enfrentamentoCoping focado no problema e na emoção, com o critério para escolher.
Meditação guiadaPrática conduzida passo a passo, para quem está começando.
Higiene do sonoAs práticas de sono na prática clínica, com a ressalva do que elas não fazem.
Plano de segurançaOs seis passos do Safety Planning Intervention, construídos com o paciente.
Construção de Habilidades
Resolução de problemasSeis passos para transformar sobrecarga em ação possível.
Comunicação assertivaO modelo DESC para dizer o que precisa ser dito sem passividade nem agressão.
TDAH no adultoOrganização, foco, tempo e redução de sobrecarga, como apoio comportamental.
Desenvolvimento Profissional e Estrutura Clínica
Primeira sessão de psicoterapiaO roteiro do acolhimento ao contrato, sem deixar nada crítico de fora.
Documentos psicológicosEstrutura de prontuário, declaração, atestado, relatório, laudo e parecer.
Supervisão clínicaCaso destilado em cinco linhas e uma pergunta específica para levar à supervisão.
Escalas e instrumentosConsulta rápida a escalas, com a lembrança de que uso restrito é regra.
Competências do terapeutaMapear pontos fortes e lacunas para treinar de forma focada, e não por acúmulo de horas.
ACT e Flexibilidade Psicológica
Eu-observadorContatar a parte que observa pensamentos e emoções sem se confundir com eles.
Matrix da ACTQuatro quadrantes que separam afastar-se da dor de mover-se para valores.
HexaflexOs seis processos da flexibilidade psicológica para conceitualizar o caso.
Conteúdo psicoeducativo dirigido a psicólogos e estudantes de Psicologia. Não constitui diagnóstico nem substitui avaliação profissional, supervisão clínica ou psicoterapia.
